DIA DA ÉLIS

Hoje a cantora Elis Regina faria 73 anos. Ou a ÉLIS, como carinhosamente chamava o colega e ídolo Tom Jobim. Aqui ela canta uma música de Tom, Águas de Março.

E vale sempre escutar o clássico disco Elis & Tom, que marca o encontro em estúdio de Elis Regina, Tom Jobim e Cesar Camargo Mariano, então marido de Elis, que produziu e fez os geniais arranjos do disco.

A oportunidade de gravar um disco com Tom foi um presente da gravadora Philips pelos 10 anos de contrato de Elis. Clique no play e ouça essa maravilha aqui:

 

CLIPE NOVO

Hoje nas timelines da vida, todo mundo falando sobre o clipe novo da Anitta. Mas, mudando de assunto, (rs) quem também acaba de lançar um clipe novo é o João Bosco. 🙂

A música se chama “Ultra Leve”, a composição é uma parceria com o Arnaldo Antunes e a gravação é uma parceria com a sua filha, Julia Bosco.

 

Agora o clipe da Anitta rs

 

 

Voltando pro João Bosco e finalizando o post, a música está no disco novo que se chama “Mano que Zuera”. Segue aí o link pra escutar no Spotify.

MUITO ALÉM DA MÚSICA

Em 2017 completa meio século que o mundo perdeu um dos maiores gênios do jazz, John Coltrane. Mas pra ele era muito mais do que jazz. Era arte. Era uma busca constante de superação e elevação. Era um contato com Deus. (!)

Pesquisando sobre o tema encontrei um podcast que fala sobre essa visão ampla que ele tinha do que considerava sua missão de vida. É um podcast do NEXO JORNAL, que fez uma abordagem muito completa e competente, citando pontos importantes e convidando músicos brasileiros para dar depoimentos.

Vou compartilhar aqui o link original do podcast. É só clicar no PLAY, vale a pena ouvir! E mais abaixo vou inserir um disco que é citado no fim do podcast, o disco que o Coltrane fez em parceria com o cantor Johnny Hartman. Um disco para acalmar o coração. eheheh 🙂

Olha aí o disco com o Hartman:

 

O podcast tem várias outras referências interessantes pra quem quiser começar a desbravar o universo desse grande cara chamado John Coltrane. (pra ouvir outros episódios ou pra assinar o podcast do NEXO, clique aqui)

YAMANDU E PENEZZI

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Nos dias 18 e 19 de novembro tem apresentação duo dos violonistas Yamandu Costa e Alessando Penezzi, no Sesc Pompeia, São Paulo. (ingressos aqui)

Essa é a capa do disco que os dois lançaram juntos este ano, “Quebranto”.

Texto do site do sesc:

O título do CD, “Quebranto”, vem de uma composição de Penezzi, que assim foi batizada por Yamandu. E gerou a ilustração de capa, resultado de uma pesquisa na obra do artista gráfico paulista Stephan Doitschinoff.

Depoimento do Yamandu:

“Esta capa é referente à linguagem latina de forma geral, uma linguagem cigana, mundana, e que tem a ver com o violão que a gente toca. Por isso nós acabamos chegando nesse nome, Quebranto, como se fossem os violões conquistando a mulher na roda de fogo, em um ambiente festivo, zíngaro, gitano”.

E os dois falando um pouco sobre o disco:

Escute o disco no Spotify:

 

ELIS & CARMINHO, BRASIL & PORTUGAL

Um dos discos mais clássicos da música brasileira é o Elis & Tom, lançado em 1974. Um disco idealizado pela Elis Regina, só com músicas compostas pelo Tom Jobim, e gravado pelos dois juntos. (Arranjado e produzido pelo então marido da Elis, Cesar Camargo Mariano) Só de colocar o disco aqui embaixo eu já não precisava falar mais nada.

Mas claro que vou falar alguma coisa rs Em dezembro de 2016 (42 anos depois) a cantora portuguesa Carminho também lançou um disco só com músicas do Tom, chamado Carminho Canta Tom Jobim. (Com participações de Marisa Monte, Maria Bethânia e Chico Buarque)

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Neste disco, algumas músicas do Elis & Tom são revisitadas. E achei interessante alinhar as interpretações da Elis e da Carminho, tipo um eixo Brasil-Portugal (Ou um eixo 1974-2016, Carminho nasceu só em 1984, 10 anos depois da gravação de Elis & Tom!) Fiz uma playlist colocando em sequência as músicas que as duas gravaram:

Pra fechar o post, o clipe da música Estrada do Sol, que Carminho gravou com sua amiga brasileira Marisa Monte.

NA ROÇA, NA CHUVA, NA FAZENDA…

Esse post é pra citar uma música do Dori Caymmi, filho do Dorival Caymmi, chamada Viver na Fazenda. A música tem letra do Paulo César Pinheiro e tem também um significado especial, pois foi feita quando o Dori decidiu se mudar de Los Angeles para a região serrana do estado do Rio de Janeiro.

O motivo foi uma “saudade do mato”, da vida na fazenda, como a música fala.

 

 

 

Esse disco do Dori, aliás, é muito bom! Aqui uma entrevista onde ele falou um pouco sobre o disco, sobre a mudança pro Brasil e sobre o momento atual. (e mais uma aqui, não consegui decidir uma das duas matérias pra linkar rs)

Aproveitando o tema, lembrei de uma música da Mônica Salmaso, que está no disco Iaiá, de 2004.

 

E abaixo a versão original dessa música, do sambista Xangô da Mangueira.

 

 

Pra terminar, um vídeo onde o Dori Caymmi canta, ao lado dos parceiros Renato Braz e Zé Renato, a música Desenredo, que é uma homenagem à Minas Gerais, composição dos parceiros de longa data, Dori e Paulo César Pinheiro. (em breve um post dedicado ao trabalho dele, PC Pinheiro) 🙂

 

 

 

 

BARATA, JAQUES E LULA

No último post citei o baterista Rafael Barata (Que toca no disco da pianista japonesa Mika Mori). Ele também faz parte do CelloSam3aTrio, ao lado dos feras Jaques Morelenbaum (violoncelo) e Lula Galvão (violão).

O trio já se apresentou algumas vezes nos SESCs de São Paulo (uma delas foi no Sesc Pompéia, com participação especial do guitarrista Chico Pinheiro!)

Aqui uma apresentação de 2010 no Sesc Consolação. As músicas “Outra Vez” e “Samba de Uma Nota Só”

Recentemente o Jaques lançou, ao lado do trio e também da sua esposa Paula Morelenbaum, o disco “Live in Italy – Omaggio a Jobim“. O disco homenageando o maestro Tom Jobim foi gravado ao vivo na Itália, o lançamento no Brasil foi neste mês passado no Sesc Pinheiros. (Um belo show! Ninguém toca bossa nova como esse time!)

O disco é excelente e pode ser ouvido no Spotify (abaixo)