PAUL, QUE SHOW!

Claro que não precisa dizer que o show do Paul McCartney foi incrível. Afinal, ele é o Paul McCartney. Eu já tinha ido no show de 2010, no estádio do Morumbi… 9 anos depois, tio Paul continua o mesmo. Cheio de disposição, cheio de bom humor e, claro, cheio de grandes clássicos dos Beatles, dos Wings e da carreira solo, pra preencher facilmente um show de quase 3 horas e deixar milhares de fãs satisfeitos/extasiados.

Aliás, pra quem conhece pouco o Wings, fica a dica. A banda é sensacional. Tem discos que são verdadeiros clássicos, como Band On The Run, Venus And Mars, RAM e outros. Tem uns amigos músicos que falam brincando “Sabia que antes do Wings o Paul McCartney tinha outra banda?” (se referindo aos Beatles rs)

Um detalhe interessante da história dos Wings é que Paul resolveu começar no “underground” mesmo. Eles iam de cidade em cidade, numa van. Chegavam em faculdades e se ofereciam pra tocar pros estudantes. Armar um show para a próxima noite, divulgar entre eles, depois dividir a bilheteria com a faculdade. Antes de topar a ideia, o diretor da faculdade tinha que ir até a van pra acreditar que realmente o ex-Beatle Paul McCartney estava lá.

Várias outras histórias como esta estão na biografia de Paul McCartney, escrita por Peter Anes Carlin. (Editora Nova Fronteira) Um livro ótimo, gentilmente emprestado pelo amigo Tiago e loucamente lido por mim e também pela Gi (my wife), o que nos deixou ainda mais animados para este mega-show.

Vou deixar aqui embaixo o link pra ouvir um dos discos que citei do Wings.

 

Paul McCartney, uma lenda viva. MESMO… Se você ainda não viu ao vivo, vale a pena. Logo ele volta. Adora o Brasil, esta foi a nona vez que ele se apresentou por aqui. O disco mais recente, Egypt Station, também vale muito a pena. Nele que está a música Back in Brazil, música que ele teve a ideia de fazer da última vez que veio. Ah, vou colocar o clipe aqui. Boa ideia. rs… O clipe foi filmado na cidade de Salvador.

 

 

Outro post deste blog em que Paul foi citado: https://faiock.com.br/2018/10/25/yes-we-can/

Anúncios

NORAH JONES

O nome de batismo de Norah Jones é Geethali Norah Jones Shankar. A cantora e pianista nasceu em Nova York, EUA. Mas é filha do músico indiano Ravi Shankar.

(todos os nomes tem links para o Wikipedia)

A irmã de Norah Jones (por parte de pai) também nasceu na Índia e se chama Anoushka Shankar. Ela toca cítara e, em 2013, lançou essa música em parceria com a irmã Norah.

Outra curiosidade é que Norah Jones gosta muito de música cowntry e já gravou alguns discos homenageando o estilo. Um deles foi em parceria com o vocalista do Green Day, Billie Joe.

Abaixo algumas músicas deste disco, lançado também em 2013:

Kentucky

Roving Gambler

Long Time Gone

Agora dois clipes de fases diferentes da carreira de Norah Jones.

Sunrise, 2004

Happy Pills, 2012

E uma playlist pra ouvir no Spotify com as músicas mais conhecidas da cantora.

Bônus track!! rs Um dueto com Norah Jones e Ray Charles!

MICHAEL LEAGUE

Esse aí é o Michael League. O multi fundador.

Fundador do Snarky Puppy (Instagram @snarkypuppy). E também fundador de um festival anual chamado GroundUP Music Festival. E também da banda que é tema do post de hoje, Bokanté.

Bokanté é uma banda formada por grandes craques, grandes pesquisadores da música. A vocalista se chama Malika Tirolien (Nasceu na Ilha de Guadalupe, colônia francesa). Também estão na banda o guitarrista Bob Lanzetti (que também faz parte do Snarky Puppy) e outros. (A ficha completa aparece no Youtube, na descrição do vídeo abaixo, por exemplo)

Melhor do que ler sobre a teoria, é assistir a banda na prática. rs

 

 

Esta última faz parte do disco que acabou de ser lançado (a grande motivação de fazer este post rs). O disco se chama What Heat, segue o link pra ouvir no Spotify:

Aproveitando o clima de música africana, termino com uma participação do lendário cantor africano Salif Keita em uma música do Snarky Puppy (2016). Nesta faixa também tocam os brasileiros Carlos Malta e Bernardo Aguiar:

 

POLO & PAN

Dois DJs franceses, Polocorp (Paul Armand-Delille) e Peter Pan (Alexandre Grynszpan), perceberam que tinham muitos gostos musicais em comum (entre eles, música brasileira) e em 2012 resolveram formar uma dupla.

Antes de seguirem o caminho da música, Polo estudou cinema e Pan estudou desenho.

Lançaram alguns EPs e o primeiro disco mesmo só veio no ano passado. Se chama Caravelle. Eu acabei de descobrir através do stories do Instagram da cantora cabo-verdiana Mayra Andrade. rs

Um disco muito, muito bom! Destaco aqui 3 clipes que eles lançaram pra divulgar o projeto!

 

É bom ou não é? =D

E, claro, o link pra escutar o disco todo no Spotify.

A influência brasileira aparece em vários momentos e o disco tem duas músicas Made in Brasil sampleadas e arranjadas pela dupla: Nanã (Original: Cordeiro de Nanã / Mateus Aleluia) e Zoom Zoom (Original: Zum Zum / Fernando Lobo e Paulo Soledade).

Facebook: https://www.facebook.com/polopan.music

Instagram: @poloandpan

Plataformas digitais: https://polopan.lnk.to/Caravelledeluxe

QUE DISCO!

Este post é inteiramente dedicado a um disco do Paul McCartney lançado em 2005. O disco se chama Chaos and Creation in the Backyard. (Leia sobre o disco no Wikipédia clicando aqui)

“Seguindo a estética de seus primeiros projetos solo, Paul McCartney optou por não trabalhar com uma banda completa no disco, e ficou responsável pela execução de todos os instrumentos. Musicalmente, segue as tendências mais introspectivas do músico apresentadas desde Flaming Pie (1997), mas com arranjos mais calmos que seus antecessores. Uma das influências para o disco foi a morte de George Harrison em 2001, que inspirou a escrever “Friends to Go”. A capa do álbum é uma fotografia da esposa Linda McCartney, que mostra Paul no quintal de sua família tocando violão.”

Ouça no Spotify:

 

IRISH

Música irish. Aquelas músicas que tocavam no porão do Titanic, lembra? Taí um bom fundo musical pra uma boa festa. Fiz o post pra inserir uma playlist do Spotify, mas já que falei do Titanic segue uma cena da música irish 🙂

Agora vamos pro SpDois álbuns do grupo americano Solas(grupo americano que toca música irlandesa)

O primeiro álbum é do ano 2000 e o segundo de 2016.

MUITO ALÉM DA MÚSICA

Em 2017 completa meio século que o mundo perdeu um dos maiores gênios do jazz, John Coltrane. Mas pra ele era muito mais do que jazz. Era arte. Era uma busca constante de superação e elevação. Era um contato com Deus. (!)

Pesquisando sobre o tema encontrei um podcast que fala sobre essa visão ampla que ele tinha do que considerava sua missão de vida. É um podcast do NEXO JORNAL, que fez uma abordagem muito completa e competente, citando pontos importantes e convidando músicos brasileiros para dar depoimentos.

Vou compartilhar aqui o link original do podcast. É só clicar no PLAY, vale a pena ouvir! E mais abaixo vou inserir um disco que é citado no fim do podcast, o disco que o Coltrane fez em parceria com o cantor Johnny Hartman. Um disco para acalmar o coração. eheheh 🙂

Olha aí o disco com o Hartman:

 

O podcast tem várias outras referências interessantes pra quem quiser começar a desbravar o universo desse grande cara chamado John Coltrane. (pra ouvir outros episódios ou pra assinar o podcast do NEXO, clique aqui)